Os STen e Sargentos dos TG são combatentes da ativa, criteriosamente selecionados entre os melhores para assumir as responsabilidades de Chefe da Instrução (o mais antigo) e de Instrutor do TG junto aos Atiradores, denominação dada aos jovens recrutas que prestam o serviço militar nos TG. Esses militares cumprem suas missões em condições bem diferentes das dos seus pares em outras organizações militares do Exército, o que muito valoriza o trabalho que desenvolvem alicerçado, necessariamente, em elevadas doses de iniciativa, criatividade, sociabilidade e adaptabilidade. Os STen e Sargentos dos TG são preparados para:
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A Seção de Tiros-de-Guerra está com um novo projeto. Trata-se da digitalização do seu acervo de fotos históricas.
Faça você parte desse marco histórico. Mande suas fotos para a Seção de Tiros-de-Guerra da 2ª Região Militar através do email: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Não esqueça de escrever os dados da foto (seu nome completo, autor da foto, onde foi tirada, ano, etc.) para que possamos fazer os devidos créditos. O Serviço Militar consiste no exercício de atividades específicas desempenhadas pelas Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica) e compreenderá, na mobilização, todos os encargos com a Defesa Nacional.
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Baseado na tese de Doutorado da Dra. Selma Lúcia de Moura Gonzalez (USP/São Paulo-2008) Em 1896 foi construída uma linha de tiro (LINHA DE TIRO NACIONAL) nos fundos do Palacete Guanabara, no Rio de Janeiro, com a finalidade de treinar as tropas daquela capital federal, talvez por estarmos em plena campanha de Canudos (outubro de 1896 a outubro de 1897). Em 1899, num relatório do Ministério da Guerra, demonstrou-se que o índice de acertos em alvos (1,60x0,40m) a uma distância de 237m pela tropa federal, estava baixíssimo (menos de 7%) e que desta forma, aprovava-se o Regulamento do TIRO NACIONAL,cuja finalidade era ministrar o tiro com armas portáteis aos Of e Praças do EB, de outras corporações armadas e de civis previamente matriculados na LINHA DE TIRO NACIONAL, mais tarde, LINHA DE TIRO FEDERAL, ao mesmo tempo em que se mostrava a necessidade de se construir linhas de tiro em outros Estados do País. Os civis foram incluídos para se fazer frente às despesas com as linhas, onde os mesmos praticariam tiro ao alvo, tendo que pagar para tal, pois os “novos órgãos”, as linhas de tiro, sofriam restrições orçamentárias.
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